Começando pelo leve som do meu piano, eu entro no reino da ǝntropia. Desde que me entendo por gente, eu persigo aquele momento em que o som muda o ar à nossa volta. Quando uma melodia te faz sentir que já viveu coisas que nunca realmente viveu. É essa magia que me fez se apaixonar pelas trilhas sonoras; a arte de construir mundos através do som. Se esse é o meu ritual, então ǝntropia é o meu altar. Aprender a tocar tem sido muito como aprender um novo feitiço. Transformar aquele mesmo instinto, que me leva a compor histórias, em algo que posso dividir em tempo real, tem sido simplesmente fantástico. Da tensão antes de um drop à calmaria das transições, cada batida conta uma história. Cada mix é uma cena. E quando a pista se mexe comigo, parece que a trilha sonora finalmente responde. Hoje eu lanço meu set de estreia: “The Darkness Stares Back.” É uma espiadinha do mundo que venho criando em silêncio. Um lugar onde as sensações épicas do cinema encontram beats sombrios cheios de groove. Uma evolução do Tolo que um dia tocou na escuridão, e do Bruxo que agora ousa comandar a noite. Vai atender ao chamado comigo?