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Do pulsar das ruas de São Paulo ao batimento do coração de Munique, estou entrando no vórtice do nosso novo coletivo — ǝntropia. O caos não é apenas ruído; ele é o que permite ao mundo continuar se reescrevendo. ǝntropia encarna isso, mas também a minha paixão pela música: o caos que surge entre o choque de novas ideias e estilos inspira a minha busca musical – ele repousa na essência crua do que eu entendo da música, como aprendi. Seja a partir de múltiplos polirritmos que juntos constroem o ritmo de uma música, ou mesmo dos diversos instrumentos que se unem para criar algo majestoso, como no samba: a beleza do todo emerge do caos de seus elementos singulares. Isso alimenta a minha paixão pelos beats brasileiros e latinos, especialmente no house. Por outro lado, também impulsiona a minha paixão pelo funk, com subgêneros como eletrofunk e funk submundo sendo os meus favoritos — a colisão do ritmo icônico do funk com a música eletrônica sempre fez meu corpo pular.